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DAVID GILMOUR (Foto:Kevin Westenbergr) DAVID GILMOUR (Foto:Kevin Westenbergr)

DAVID GILMOUR - Shine On You Crazy Diamond, Pink Floyd

 
 
David Gilmour – Biografia
 
David Jon Gilmour nasceu em Cambridge, Inglaterra e cresceu em Grantchester Meadows. Aos 13 anos ganhou seu primeiro violão e foi então que tudo começou.
Gilmour comecou a tocar em 1963 no seu primeiro grupo, Joker’s Wild. A banda mudou seu nome para Flowers em 1967 e acabou se dissolvendo no mesmo ano, quando Gilmour formou os Bullitt.
A história de Gilmour com o Floyd começa em 1968, quando foi convidado a integrar uma banda do antigo amigo de infância do Colégio de Artes e Tecnologia de Cambridge, Roger Keith ‘SYD’ Barrett. Esta banda era o Pink Floyd (formado na época por Syd, Roger Waters, Richard “Rick” Wright e Nicholas “Nick” Mason). O grupo fez quatro ou cinco shows com os cinco integrantes, mas logo depois, Syd, que infelizmente já apresentava sinais de grave desordem mental, foi forçado a se afastar do Floyd.
PINK FLOYD – O primeiro disco do Pink Floyd já tendo Gilmour como guitarrista foi A saucerful Of Secrets de 1968. E o primeiro crédito de David por autoria na banda foi pela faixa instrumental que deu nome ao disco.  O prestígio da banda cresceu nos anos seguintes com os discos Ummagumma, Atom Heart Mother e Meddle, além das trilhas sonoras para dois filmes, More e Obscured By Clouds. O comando da banda havia sido assumido aos poucos com maestria por David Gilmour, que passou a dividir com Roger Waters a responsabilidade de compor as músicas da banda.
Em 1973 gravam o lendário The Dark Side Of The Moon, um dos álbuns mais bem sucedidos da história, que viria a permanecer mais de 20 anos entre os mais vendidos do planeta. Com este disco o Pink Floyd prova definitivamente que não dependia apenas do gênio de Syd Barrett e supera em todos os aspectos a obra prima que foi o primeiro disco. A EMI chegou a construir fábricas para poder dar vazão à demanda pelo álbum, que marcou uma fase de trabalho de conjunto e de extrema harmonia entre os membros da banda.
Segue-se Wish You Were Here, um trabalho conceitual e um verdadeiro tributo a Syd Barret. O tema da ausência é o pretexto para indiretamente homenagear e analisar o gênio louco. Curiosamente durante as gravações deste disco Syd Barret compareceu ao estúdio, gordo, sujo e careca, com uma imagem tão degenerada que custou a ser reconhecido pelos companheiros.
Animals, de 1977, inaugura a fase de protesto político-social da banda e também marca o início de um predomínio de Roger Waters sobre os outros músicos. O disco é baseado na peça teatral “A Revolução dos Bichos” de George Orwell e retrata as contradições e injustiças da sociedade capitalista.
Durante as gravações de The Wall surgem os primeiros atritos entre os membros, com Roger Waters tomando para si o controle da banda. The Wall era um tratado sobre a solidão e sobre o poder esmagador do sucesso, mas era antes de tudo uma autobiografia do que Roger Waters supunha ser. A obra, logo tachada de ópera-rock, seria lançada também em forma de filme.
Com o álbum The Final Cut agravam-se os problemas de relacionamento entre os membros, com Roger Waters tendo despedido Rick Wright e relegado os outros componentes da banda a pouco mais do que músicos de estúdio. Waters compôs o conceito e praticamente a totalidade das músicas, além de ter sido o responsável por todos os vocais. O álbum na realidade deveria ser um trabalho solo, mas a gravadora achou que seria mais lucrativo lança-lo como trabalho da banda.
Brigas entre os componentes restantes levaram Roger Waters a deixar o grupo em 1985 assumindo que sem ele, o Pink Floyd se desmembraria. Em vez disso, David Gilmour assumiu por completo o controle da banda e criou outra obra-prima,  A Momentary Lapse Of Reason.
Em 1994, em um clima de volta triunfal, após alguns anos sem gravar e sem se apresentar ao vivo, a banda volta com The Divison Bell, disco que teve excelente aceitação por parte da crítica e do público. Pouco mais tarde, em 1995 é lançado Pulse, uma outra gravação ao vivo.
Em 1996, Gilmour foi entronizado no Hall da Fama do Rock and Roll com o Pink Floyd.
CARREIRA SOLO – Durante os intervalos musicais do Pink Floyd, Gilmour passava o tempo tocando como músico de estúdio, produzindo discos e até fazendo às vezes como engenheiro de som de palco para uma enorme variedade de espetáculos,  como Roy Harper, Kate Bush, The Dream Academy, Grace Jones, Arcadia, Bryan Ferry, Robert Wyatt, Hawkwind, Paul McCartney, Ringo Starr, Sam Brown, Jools Holland, Propaganda, Pete Townshend, The Who, Supertramp (juntos criaram o êxito “Brother where you bound” do álbum com o mesmo nome), vários “supergrupos” de solidariedade e muito mais.
 
Gilmour lançou seu primeiro álbum, na Primavera de 1978, simplesmente chamado de David Gilmour. O seu segundo álbum, About face, foi editado em 1984.
Em 2002, Gilmour fez uma série de concertos acústicos em Londres e Paris, juntamente com Rick Wright (tecladista do Pink Floyd) e uma pequena banda e coro, que foi documentado na edição de David Gilmour in Concert.
Em 2006, lançou mais um trabalho solo, On An Island, considerado por ele seu melhor em 30 anos. O álbum contou com um elenco de nomes de ouro na música, os quais já conhecidos pela maioria dos fãs de Gilmour como Guy Pratt, Jon Carin e Richard Wright , além das participações de David Crosby e Graham Nash, e a co-produção do guitarrista Phil Manzanera.
No ano de 2008, Gilmour lançou o DVD Duplo Remember That Night – Live at the Royal Albert Hall que sintetizou os grandes shows deste seu  último trabalho. No segundo semestre do mesmo ano, David lançou o álbum Live In Gdànsk, gravado na Polônia no ano de 2006, em comemoração aos 26 anos do partido Solidariedade. Assim como em Remember That Night, este disco traz raridades e clássicos do Pink Floyd, além de seus recentes trabalhos.
Em outubro de 2010, foi anunciado o lançamento do álbum Metallic Spheres, da banda de música eletrônica The Orb, com a colaboração de David. O trabalho contém músicas inacabadas de Gilmour remixadas pelo The Orb em um novo formato de áudio tridimensional.
Em julho de 2015, David Gilmour, divulgou o novo single, “Rattle That Lock”. A música contou com a participação do guitarrista da banda Roxy Music, o pianista Jools Holland e a mulher de Gilmour, Polly Sampson, que escreveu parte da letra. O álbum homônimo foi lançado mundialmente no dia 18 de setembro de 2015.
 
 
David Gilmour in Concert at Royal Festival Hall Concert 2002
 

 


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Shine On You Crazy Diamond, Pink Floyd - David Gilmour

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    Artistas se apresentam nos dias 16 e 17 de setembro, em São Paulo, 
    com o show que comemora 50 anos de carreira, 
    DOIS AMIGOS, UM SÉCULO DE MÚSICA
     
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    Desde 1994, quando realizaram a turnê Tropicália Duo, pedidos se multiplicavam pelos quatro cantos do mundo para que houvesse uma nova união. Neste ínterim, ambos centraram atenções às próprias carreiras, colecionaram mais êxitos e, agora, com seus violões, retornam à estrada juntos.
     

    Serviço:

    Apresentações: Sexta-feira, dia 16 de setembro de 2016, às 22h30.

    Sábado, dia 17 de setembro de 2016, às 22h

    Local: Citibank Hall SP – Av. das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro – (SP).

    Ingressos: De R$100,00 a R$560,00 

    Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 12 anos.

    Venda de ingressos no site: www.ticketsforfun.com.br

     

     
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    Serviço São Paulo
    Data: sábado, 06 de agosto de 2016
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  • BROTHERIA - O Necessário
    Rock feito por quem gosta de rock pra quem gosta de rock.
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    com experiência na bagagem e olhares fixos as atualidades. 
     
    Bozzo Barretti (teclado)
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    Geraldo Vieira (baixo)
    Carlos Pera (guitarra)
    Murilo Lima (voz)
     
    Biografia
     
    Liderada por Bozzo Barretti, compositor, arranjador e ex- tecladista do Capital Inicial, que traz para o som da banda a sua vivência como músico e produtor de nomes de peso da musica brasileira como Tim Maia, Toquinho, Zezé di Camargo e Luciano ,Wilson Simonal, entre muitos outros. Fazem parte da BROTHERIA: Dino Verdade, baterista que empresta seu swing ao reggae do Alma Djem e que tem a façanha de coordenar a maior orquestra de bateristas da America Latina, a Bateras 100% Brasil, com mais de 270 bateristas tocando ao mesmo tempo; Geraldo Vieira, que também é parceiro de Bozzo Barretti na banda Tubarões Voadores (Arrigo Barnabé), assume o baixo, com a versatilidade de um currículo que comporta de OSESP a Raul Seixas; Carlos Pera mistura gêneros na guitarra, com um pouco do seu blues que já ecoou até em Madrid. O time fica completo com Murilo Lima nos vocais, que além de ter sido da Banda Rúcula, assumiu o vocal do Capital Inicial entre 1993 e 1998.
     
    A banda surgiu da vontade de resgatar o rock no cenário musical brasileiro, com composições próprias que incluem parceiros de peso como Arnaldo Antunes, Alvin L., André Cristovão e Arrigo Barnabé. Além dessas composições, completam o repertório da banda algumas releituras de sucessos que marcaram história no rock nacional. 
     
    A BROTHERIA mescla o que eles querem tocar com o que eles precisam dizer, mistura essa que pode ser conferida no primeiro single da banda, “Páginas em Branco”, sobre amores possíveis e impossíveis e que traz na letra sua dose de polêmica, falando indiretamente sobre a tão comentada homofobia que tem dominado as agências de noticia do país.